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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Grande vitória!

São-paulinos, grande vitória do tricolor. Além de quebrar a invencibilidade do Atlético Mineiro - que por si era um feito - conseguimos nos classificar para as oitavas da Libertadores. No final da partida, fiquei pensando sobre o diferencial da equipe de ontem. Afinal, o São Paulo, que tinha uma campanha medíocre na fase de grupos, ainda estava desfalcado de dois de seus principais jogadores (Jadson e Luis Fabiano). Concluí que, ontem, diante de um Morumbi cheio, o time de Ney Franco teve garra e isso foi o que apresentou de melhor. Os jogadores colocaram o coração na chuteira. Todos voltaram para marcar, ninguém fugiu de dividida e não havia bola perdida. Eles literalmente deram o sangue pelo tricolor. Se analisarmos a partida, veremos que todos jogaram razoavelmente bem. Aqui merecem destaque as atuações de Douglas - que cobriu muito bem o meio de campo - e Ganso - que jogou com muita determinação e valentia. Bom, superada essa primeira fase, agora é hora de respirar fundo, pois estamos sim na oitavas de final da Libertadores, e temos a  mesma chance que os demais adversários. Que venha o mata-mata!

sexta-feira, 5 de abril de 2013

O que se passa com o nosso São Paulo?


São-paulinos, o que se passa com o nosso São Paulo na Libertadores? O time jogou bem, teve grandes oportunidades, mas duas falhas individuais mataram o jogo a favor dos bolivianos. Insisto, Ney Franco está fazendo um bom trabalho. Ontem, ele escalou muito bem o time. Até Paulo Henrique Ganso, que eu tinha dúvidas quanto à sua escalação, jogou bem no primeiro tempo. 
Porém a falha individual de Denílson e Rogério Ceni (muito adiantado) no primeiro gol, além do erro bisonho do goleiro no segundo tempo, determinaram essa situação crítica na Libertadores. É lamentável, mas é preciso continuar, pois ainda temos chances. Mesmo que sejamos eliminados, o mundo não vai acabar. É preciso que se trabalhe o que está sendo feito e bem conduzido por Ney Franco. 

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Não é o jogo de ontem que me preocupa

São Paulinos, o SP jogou bem contra o Corinthians. Poderíamos ter ganho ou no mínimo empatado. Em vez de discutir o pênalti, prefiro falar da falha grotesca de Tolói ao atrasar a bola. Mas não é o jogo de ontem que me preocupa e sim o jogo da próxima quinta em La Paz. Para nós, é decisivo. Como será que Ney Franco, vai arrumar o time? Será aquele que jogou contra o Corinthians? Tenho receio. Ganso tem muita qualidade, mas é lento e pouco combativo. Como irá se portar há mais de 3 mil metros de altitude? Lá, o jogo será pesado e corrido, pois o The Strongest também precisa da vitória. Será que Ganso é o guerreiro ideal para o meio campo? Por outro lado, muitos acreditam que ele poderá cadenciar o jogo, evitando a correria que nos será prejudicial. Não acredito muito nessa tese. Precisamos ganhar as divididas e roubar a bola dos adversários. Para isso, jogadores mais viris podem render mais. Enfim, vamos torcer para que Ney Franco escolha o melhor. A nossa continuidade na Libertadores dependerá disso. 

sexta-feira, 8 de março de 2013

Hora de mudar

São-paulinos, mais uma vez ficamos presos a um time bem postado em campo que veio com a proposta de se defender e buscar uma ou duas jogadas para surpreender. Ontem não faltou raça nem vontade - faltou organização. Apesar de ter criado muito e ter a posse de bola, o time jogava graças às ótimas fases de Jadson, que solitário na armação está se desdobrando, e Osvaldo, que novamente voou em campo. Depois de vários testes, o 4-3-3, (ou 4-2-3-1) não funciona sem um jogador com as características de Lucas, que já deixa saudades. Aloísio, mesmo com uma boa atuação e um belo passe para o gol de Jadson não é da posição e mesmo participativo, acredito que pode ser mais útil como centroavante de área, que é sua posição de origem. Quem sabe, com a chegada de Wallyson, esse esquema funcione, mas hoje, acredito que o time jogaria melhor no 4-4-2, com Ganso e Jadson juntos, dividindo a responsabilidade de armação. Além disso, novamente os laterais Douglas e Cortez fizeram uma partida abaixo do que se espera e a dupla de volantes, sem entrosamento e com Fabricio ainda sem o ritmo ideal deixou a defesa desguarnecida, o que possibilitou algumas chances claras de gol do Arsenal. Agora a meta deve ser ganhar ao menos um jogo fora, que pode ser contra esse mesmo Arsenal semana que vem, na Argentina. Nem vou entrar no mérito da péssima arbitragem nem na expulsão desnecessária (mais uma) de Luis Fabiano, mas sim me preocupar com o coletivo da equipe, que está sem conexão entre defesa, meio e ataque e hoje preocupa para o decorrer do campeonato. Ainda há tempo, mas a reação precisa acontecer já.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Foco e boas opções no banco

São-paulinos, mais do que o bom resultado de ontem, que nos manteve na liderança do Campeonato Paulista mesmo com um jogo a menos, os três pontos mostraram que temos um banco de reservas dedicado e focado, que apresenta ótimas opções para Ney Franco. Mesmo sem nenhum destaque individual, o coletivo funcionou e chegamos a metade do torneio com boas expectativas, inclusive para a Libertadores, afinal, a maioria dos jogadores que entraram jogando ontem seriam titulares em grande parte dos clubes brasileiros. Ney optou por colocar Maicon e Ganso na armação enquanto Cañete e Ademílson eram os atacantes. A falta de uma referência tornou o time um pouco previsível, mas ganhou muito em velocidade com a entrada de Wallyson, que se movimentou e melhorou o time na frente.  Além de dar ritmo para os jogadores que não vem atuando, como o promissor Rodrigo Caio e o também garoto Lucas Farias, partidas como a de ontem também são benéficas para jogadores como Fabrício, que recuperado já aparece no retrovisor da dupla titular de volantes. Agora, ainda em começo de temporada é isso que importa – um time focado com excelentes opções no banco de reservas para substituir à altura os titulares e porque não, melhorar ainda mais o rendimento do time em determinadas partidas. Agora temos a semana para trabalhar e voltamos a campo para mais uma ‘decisão’ na Libertadores contra os argentinos do Arsenal, quinta no Pacaembu. Os três pontos serão fundamentais para encaminharmos uma boa sequencia no torneio sul-americano e consolidar um elenco forte para a temporada, pois com os bons valores, titulares ou reservas, podemos brigar por títulos esse ano.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Precisamos melhorar

São-paulinos, ontem foi um jogo para apagar da memória e para comemorar pelo resultado. O que parecia fácil, especialmente nos dez minutos iniciais, tornou-se um verdadeiro martírio para nós tricolores, que vimos o limitado, porém dedicado time do The Strongest sair na frente em mais uma falha da defesa e dificultar muito nosso jogo. Aliás, esse tem sido um problema crônico do São Paulo neste ano, pois cada bola alçada na área é um verdadeiro problema. A dupla de volantes que tinha mais obrigação à frente ajudando Jadson, teve uma atuação apagada, errando passes fáceis ou sempre colocando a bola na fogueira. Até por isso, Jadson bem marcado apareceu muito aquém do que tem mostrado ultimamente. As laterais, especialmente a direita também falhou – algo para Ney Franco corrigir durante a semana. De positivo, além dos três pontos que embolam a chave e nos colocam na briga novamente, a atuação de Osvaldo. O garoto tem mostrado um futebol objetivo e incisivo, e além do gol de empate, criou as melhores oportunidades do jogo com seus dribles. Ponto positivo também para as mudanças promovidas por Ney Franco, com um Ganso mais participativo, roubando bola e dando passe para Luis Fabiano virar o placar, com Cañete mais atuante que Aloísio na ponta direita e Fabrício que fechou mais o meio campo. O próximo compromisso, contra o Arsenal pode ser um divisor de águas. Uma atuação convincente e uma vitória colocará esse grupo, que está fechado com Ney Franco, nos trilhos para conseguir a classificação e se preparar para a próxima fase. Contudo, precisamos melhorar muito e não só o futebol, mas o espírito que a Libertadores exige. Eu acredito e confio que o time pode apresentar mais e evoluir na competição.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Derrota pedagógica

São Paulinos, o que falar da partida de ontem contra o Bolívar?  Na primeira meia hora de jogo, o time do São Paulo estava soberano em campo. Mesmo com uma vantagem elástica conquistada aqui no Morumbi, a partida estava corrida e os jogadores entraram determinados em campo, marcando forte e chegando com facilidade ao gol boliviano. O que, porém, não consigo entender é o fato de sairmos para o intervalo com um placar favorável de 3 X 1 e terminarmos a partida com uma derrota de virada. Pior, como é possível tomar 4 gols em 45 minutos de um Bolívar que até então parecia inofensivo? Sei que a altitude de La Paz pesou no segundo tempo, mas o maior problema foi a displicência dos nossos jogadores, principalmente na marcação. É nítida a desmotivação com que eles entraram em campo (até parecia que éramos nós que precisávamos fazer oito gols). Como bem disse Rogério Ceni, poderíamos até perder, mas a forma como perdemos não é digna do que o São Paulo normalmente mostra. Além disso, o time do Bolívar nos deu uma aula de união, garra e espírito de equipe. Sorte que esse placar não comprometeu a classificação do São Paulo para a fase de grupos da Libertadores. Que essa partida sirva de lição, pois, em breve, voltaremos à La Paz para enfrentar o The Strongest.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Missão cumprida


São Paulinos, bela vitória do São Paulo, ontem, no Morumbi. A equipe toda jogou muito bem, mas quero destacar aqui as atuações de Jadson, Aloisio, Osvaldo e Luís Fabiano. Jadson, que disputa a posição com Paulo Henrique Ganso, fez uma apresentação impecável. O meia, que mostrou ótimo preparo físico, conseguiu dar mobilidade ao meio campo, distribuindo e participando das jogadas com o trio ofensivo. Por sinal, a escalação desses três atacantes, como comprova o placar, foi uma  ótima decisão. Ney Franco acertou ao escalar Aloisio e Osvaldo abertos pelas laterais, pois ambos jogadores imprimiram velocidade aos ataques são-paulinos diante de um Bolívar desnorteado. Luís Fabiano, por sua vez, cumpre muito bem o papel de centroavante matador. Como torcedor, estou com a sensação de missão cumprida, pois precisávamos vencer essa partida com uma boa margem de gols para depois não sofrermos na partida de volta. Estamos no caminho certo rumo à Libertadores.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Estreia com erros e vitória

São-paulinos, apesar da falta de entrosamento e dos inúmeros passes errados, o São Paulo começou com vitória no Campeonato Paulista. Sei que o placar de 2 a 0 sobre o Mirassol não reflete as dificuldades que o time passou tanto na defesa quanto no ataque. Sem dúvida, Lucas faz muita falta no meio de campo e isso acaba comprometendo a equipe como um todo. Mas acho que essa vitória foi importante para dar moral ao time de Ney Franco. Precisamos corrigir os erros e seguir em frente, pois na quarta já temos o Bolívar pela Libertadores.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Revés indigesto

Acho que nenhum sãopaulino esperava, ontem, mais um revés contra o Corinthians. Além do incômodo período sem vitórias, a velha máxima do futebol se fez presente – ‘quem não faz leva’. E o cenário foi esse. Mesmo sem jogar uma partida brilhante, o São Paulo criou oportunidades para marcar, mas quando não pecou na finalização, parou nas mãos do goleiro adversário. Com uma bela atuação, Julio Cesar fechou o gol corintiano.
Também não entendo como tomar, pela terceira vez, um gol do Elias. A jogada é sempre a mesma, como ‘homem surpresa’. Todos os gols que o bom meio campista anotou no Tricolor este ano foram desse jeito. Falha na marcação de meio campo, que se diminuíssem os espaços, facilitaria para a zaga. O Corinthians me lembrou o mesmo São Paulo de alguns anos atrás. Pragmático, sem grande brilho, mas eficiente. Nas pouquíssimas chances, dois tentos anotados.
Acho ainda que Carpegiani não errou na escalação. Muito pelo contrário. Priorizou, como vem fazendo, pelo ataque, pela mobilidade e pelo talento, em especial do meio para frente. Contudo, é provável que se estivessem jogando até agora, nenhum gol sairia para o lado do hexa campeão brasileiro.
Uma pena, pois com a vitória, a Libertadores ficaria mais próxima, restando apenas quatro jogos para o final do campeonato. Agora, é levantar a cabeça para enfrentar o Vasco, um adversário complicado, semana que vem lá no Rio. Apesar de remotas, ainda há chances de Libertadores, porém, a diretoria já deve olhar com bastante cuidado e carinho o planejamento de 2011, para que, erros primários como o deste ano não ocorram, e que o time volte para sua rotina habitual, que é a de buscar títulos – algo que nós sãopaulinos nos acostumamos nos últimos anos.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

São Paulo: vitória boa ou ruim?

A vitória sobre o Palmeiras será boa ou ruim para o futuro próximo do São Paulo. O resultado pode nos levar a acreditar que o tricolor melhorou. Se evoluiu, foi muito pouco. Vencemos um adversário em pior situação do que a nossa. A camisa do Palmeiras é forte, mas, atualmente, o time está horrível. Faltam jogadores e, o que é incrível, falta técnico, pois o Felipão está irreconhecível. Mas é claro que uma vitória sobre o Palmeiras ilude, dá uma sensação de que o pior já passou. Não é verdade, o primeiro tempo foi sofrível. Lucas (ex-Marcelinho) não apareceu para o jogo, quase não pegou na bola. O time inteiro esteve apático e sem estrutura. O Jornal Folha de SP de hoje traz em destaque na primeira página uma foto de Lucas e a palavra JOGUINHO. O jogo esteve travado no meio do campo, nem um lance que sugerisse possibilidade de gol. Jogo de dar sono. No segundo tempo a equipe alviverde começou um pouco melhor, mas num lance bem articulado do Fernando e Jorge Wagner, Lucas fez um belo gol. Este lance contaminou o São Paulo que começou a correr com muito mais vontade e entusiasmo, acreditando que seria possível bater o rival. Marcamos um belíssimo segundo gol, resultado da habilidade de Lucas e do oportunismo de Fernandão. Ganhamos o jogo ou o Palmeiras perdeu para ele mesmo? Não há dúvida de que os 3 pontos neste momento foram muito importantes. A classificação para a Libertadores ainda é perfeitamente possível. Até porque, não se esqueçam que Internacional e Santos já estão classificados, se ficarem entre os quatro abrem mais duas vagas, uma das quais pode ser nossa. Mas é preciso mudar; é preciso que os dirigentes se conscientizem de que no futebol de hoje e, principalmente num clube como o SP, não há mais lugar para improvisações, amadorismo e atitudes passionais. Emoções são para os torcedores, não para técnicos e dirigentes. Assim como foi na Libertadores, a nova vaga para este torneio está em nossas mãos. Temos elenco, temos profissionais competentes, mas é preciso dirigí-los. Espero, de coração, que o São Paulo volte a ser o que sempre foi.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

São Paulo: dias melhores

São paulinos, após a eliminação da Libertadores, o jogo de ontem contra o Atlético-PR era muito difícil. Tínhamos que recuperar o ânimo e a disposição para a luta. E ontem Milton Cruz fez a diferença. Quase ganhamos. Sei, que o time não jogou bem, apresentou falhas já conhecidas e que nenhum técnico consegue superar. Mas correu, lutou e quase venceu. Milton Cruz, porém, não pode continuar como técnico. Ele é muito mais do que isso: é a voz e a presença da Presidência junto aos jogadores e ele faz isso como ninguém. Acho que podemos esperar por dias melhores.