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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Vitória sem mérito

Não podemos negar a importância da vitória de ontem. Apesar da má fase do Palmeiras, um clássico sempre tem seu peso. E ontem, mais uma vez, tomamos sufoco. O jogo foi tecnicamente sofrível. No fim, fica a constatação: vencemos, mas sem mérito. 
Em resumo, o São Paulo está sem esquema tático, apresenta uma defesa insegura e o meio campo afastado do ataque. Nem mesmo a saída de Valdívia, que estava fazendo diferença no time adversário ajudou na criação de jogadas.  Prevaleceram os erros de passe e finalizações discutíveis. Denilson foi bem, mas Souza, muito mal. O elenco é desequilibrado e agora com poucas opções para mudanças. Como Muricy vai escalar o meio de campo em Porto Alegre se Maicon não se recuperar? Os jogadores terminaram o jogo em condições de cansaço injustificáveis. O que está acontecendo com o preparo físico?  Marcamos um gol no final e ganhamos, mas minutos antes, Rogério fez uma grande defesa e na sequência, Henrique furou com o gol escancarado. 
Não vamos nos iludir, o time continua jogando mal. 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Clássico no Paulista

São-paulinos, dava a impressão de que estava melhorando, mas pelo jogo de ontem, pode-se ver que está tudo a mesma coisa.
O maior problema do São Paulo é que seu elenco é extremamente instável. Alguns jogadores oscilam entre a atenção e a omissão e esse é o caso típico de Ganso. Quando está atento e com vontade é um craque, mas quando está desligado, mal aparece em campo.
Tem mais dois reforços a caminho.
Vamos aguardar.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Clássico?

São-paulinos, que jogo horrível do São Paulo contra o Palmeiras. Sei que é muito cedo para fazer algum juízo de valor, mas a estreia de Ney Franco, definitivamente, não foi boa. O meio de campo escalado para a partida de ontem (Denilson, Casemiro, Cícero e Jadson) já provou que não funciona. Porque, então insistir com ele? Ainda é preciso melhorar muito. E o próximo jogo, na quarta contra o Vasco, provavelmente será muito mais difícil. Vamos esperar e torcer... 

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Um ano de tristeza

São Paulinos, que tristeza. Nem ia falar nada, mas acho que tenho a obrigação de dizer o que penso. Jogamos muito mal contra o Palmeiras, uma partida que podíamos ter vencido com facilidade. Leão é um grande treinador, mas ontem não foi bem. Ele não poderia ter entrado com Denilson e Cícero; ultimamente, os dois não têm jogado nada. Além disso, o meio de campo estava morto, com Dagoberto indo somente nas bolas que tinha vontade. Agora Libertadores, só com um milagre. 
É importante planejarmos bem 2012, pois mais um ano de tristeza para um time como o São Paulo, não dá.  

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

São Paulo: vitória boa ou ruim?

A vitória sobre o Palmeiras será boa ou ruim para o futuro próximo do São Paulo. O resultado pode nos levar a acreditar que o tricolor melhorou. Se evoluiu, foi muito pouco. Vencemos um adversário em pior situação do que a nossa. A camisa do Palmeiras é forte, mas, atualmente, o time está horrível. Faltam jogadores e, o que é incrível, falta técnico, pois o Felipão está irreconhecível. Mas é claro que uma vitória sobre o Palmeiras ilude, dá uma sensação de que o pior já passou. Não é verdade, o primeiro tempo foi sofrível. Lucas (ex-Marcelinho) não apareceu para o jogo, quase não pegou na bola. O time inteiro esteve apático e sem estrutura. O Jornal Folha de SP de hoje traz em destaque na primeira página uma foto de Lucas e a palavra JOGUINHO. O jogo esteve travado no meio do campo, nem um lance que sugerisse possibilidade de gol. Jogo de dar sono. No segundo tempo a equipe alviverde começou um pouco melhor, mas num lance bem articulado do Fernando e Jorge Wagner, Lucas fez um belo gol. Este lance contaminou o São Paulo que começou a correr com muito mais vontade e entusiasmo, acreditando que seria possível bater o rival. Marcamos um belíssimo segundo gol, resultado da habilidade de Lucas e do oportunismo de Fernandão. Ganhamos o jogo ou o Palmeiras perdeu para ele mesmo? Não há dúvida de que os 3 pontos neste momento foram muito importantes. A classificação para a Libertadores ainda é perfeitamente possível. Até porque, não se esqueçam que Internacional e Santos já estão classificados, se ficarem entre os quatro abrem mais duas vagas, uma das quais pode ser nossa. Mas é preciso mudar; é preciso que os dirigentes se conscientizem de que no futebol de hoje e, principalmente num clube como o SP, não há mais lugar para improvisações, amadorismo e atitudes passionais. Emoções são para os torcedores, não para técnicos e dirigentes. Assim como foi na Libertadores, a nova vaga para este torneio está em nossas mãos. Temos elenco, temos profissionais competentes, mas é preciso dirigí-los. Espero, de coração, que o São Paulo volte a ser o que sempre foi.

segunda-feira, 22 de março de 2010

O Robin Hood do futebol

Quem não teve sorte foi o Palmeiras, que, após a vitória inesquecível sobre o Santos, voltou a perder em casa, desta vez para a Ponte Preta. Essa derrota reforça o apelido que o time de Antônio Carlos vem recebendo nos bastidores: Robin Hood do futebol. Aquele que tira pontos dos grandes e dá para os pequenos.

segunda-feira, 15 de março de 2010

A derrota pedagógica do Santos

E por falar em garra, ontem, o Palmeiras deu uma aula de superação ao vencer o Santos de virada, por 4X3. Para os amantes do futebol, o jogo, sem dúvida, foi o melhor dessa temporada. Confesso que nos primeiros quarenta minutos achei que essa partida seria mais um passeio dos meninos da Vila que venciam, tranquilamente, por dois gols de diferença. Mas os gols de Robert, respectivamente aos 41 e 43 minutos, revigorou a equipe alviverde. A etapa complementar foi eletrizante e nervosa, com provocações de ambas as partes. E é nessa hora que contam "as horas de voo". O elenco santista não teve maturidade suficiente para enfrentar a catimba de Diego Souza e companhia, e acabou sendo batido em plena Vila Belmiro.  Acredito, porém, que essa derrota serviu de lição para esse jovem time do Santos, que joga muito sim, mas que ainda tem que aprender que, às vezes, é preciso deixar a ingenuidade de lado.