quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Apesar do nervosismo, os brasileiros levaram

Corinthians, Cruzeiro e Flamengo triunfaram ontem na Libertadores. O destaque dessas três partidas, porém, foi o nervosismo dos times brasileiros. Embora jogando em casa, com a torcida a favor, alguns jogadores sentiram o peso da competição. No caso do Corinthians, a expectativa eufórica acabou comprometendo a concentração. Prova disso é que enquanto a queima de fogos da torcida alvinegra ainda estourava no Pacaembu, o modesto Racing (Uruguai) abria o placar, aos 52 segundos. Já no caso do time carioca, o nervosismo foi concretizado na expulsão do volante Wiliam no segundo minuto da partida diante do Universidad Católica (Chile). O Cruzeiro, por sua vez, embora não tenha vivido nenhum drama, também não conseguiu mostrar seu melhor futebol diante do Colo-colo na primeira etapa, tanto que o time chileno saiu para o intervalo com a partida empatada.
Nos três jogos, porém, os times superaram as adversidades. O Corinthians, embora não tenha jogado bem no primeiro tempo, conseguiu o empate aos 10 minutos com bela jogada Tcheco e gol de Elias, que foi o destaque da partida. A entrada de Souza no segundo tempo deu mais qualidade à troca de passes corintiana e o segundo gol, também de Elias, foi resultado dessa melhora. Já o Flamengo soube jogar com 10 jogadores e venceu o time chileno com bela atuação de Leo Moura, autor do primeiro gol e responsável pelo passe para o segundo gol, marcado por Adriano. E o Cruzeiro explorou sua superioridade numérica no segundo tempo, quando o Colo Colo teve dois de seus jogadores expulsos. Mais solto, conseguiu marcar mais três vezes, dois gols de pênalti de Kleber e um de Pedro Ken.

2 comentários:

  1. Acho que todos, por jogarem em casa, deixaram a desejar. O Cruzeiro, apesar do placar, sofreu. Quase ficou em desvantagem e somente se impôs com a expulsão do jogador chileno.

    O São Paulo teve o jogo "em casa" mais tranquilo dos brasileiros.

    Tomara que isso seja constante durante toda a competição.

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  2. Prezado Abílio
    Sou advogado, atuo na área desportiva, faço constantemente palestras para equipes profissionais de futebol sobre assuntos concernentes à eles, e sempre falo sobre inteligência emocional, faço sempre questão de lembrá-los que aquele impulso de milésimos de segundos pode gerar consequências para o resto da carreira, e vejo que surte muito efeito, mas o discurso deve ser duro, senão é esquecido.
    Prazer em falar com você.
    Forte abraço.
    Ricardo Ognibene

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