quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Hora de levantar a cabeça

Só resta o brasileirão para o São Paulo. Saímos da Sul-americana num jogo que poderíamos ter ganho com facilidade.
Ao contrário do que estão falando, Leão começou bem. Armou o time com o que tinha de melhor a sua disposição. Armou atrás uma linha com os quatro jogadores que temos no momento. Colocou os dois melhores volantes para a marcação: Wellington e Carlinhos Paraíba, que foi o melhor jogador do time. Teve a coragem de colocar na frente quatro homens que podem chegar ao gol: Marlos, Dagoberto, Lucas e Luis Fabiano.
Do meio para trás até que fomos bem. Na verdade os dois gols que tomamos foram absolutamente acidentais. Já do meio de campo para frente foi um desastre já conhecido. Mas o que está faltando?
Está faltando atitude, determinação, garra, disciplina e, principalmente, falta confiança. Este é o grande desafio de Leão, que conhece profundamente futebol e é capaz de armar bem o time.
É preciso que estes meninos lembrem-se que sabem jogar futebol. É preciso recuperar a confiança para recuperar as grandes atuações. Ninguém está acabado e ninguém esquece o que sabe fazer bem. Vamos levantar a cabeça e não vamos ter medo de errar, pois só erra que tenta fazer o melhor.
O próximo desafio no domingo – contra o Vasco, lá – será missão impossível. Só que gostaria de lembrar que aqui nas paredes do GPA temos colada a frase: NÃO SABENDO QUE ERA IMPOSSÍVEL, FOI LÁ E FEZ.
Vamos lá Leão. Força, confiança e garra, eu sei que você tem. Vamos lá meninos, eu tenho certeza que dá para fazer.

sábado, 23 de julho de 2011

Perda de dois pontos em casa

Amigos são-paulinos, perdemos dois pontos dentro de casa. O São Paulo sempre tem dificuldade para jogar em casa contra times mais fracos. Perdemos a Copa do Brasil diante do Avaí assim. Este erro tem que ser corrigido pelo técnico. Hoje, por exemplo, o time precisava voltar para o segundo tempo contra o Atlético Goianiense com modificações e jogando diferente: correndo, avançando e não tocando de ladinho.
Meu amigo Rogerio Ceni, grande goleiro, não dá para ficar assistindo aquela bola molinha dentro da pequena área ser transformada em gol. É claro que a defesa falhou, mas vai lá e fica com a bola. Resumindo: a estréia de Adilson não foi boa. Espero que ele reconheça isto e melhore muito. Com o time que temos, com os reforços contratados podemos ser campeões; mas precisamos ter vontade de jogar bola.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Triste seleção

A seleção brasileira me entristeceu. Ontem contra o Paraguai foi a melhor atuação, mas o desempenho na Copa América não está a altura do futebol do Brasil. Não consigo entender como profissionais experientes depois de verem o pênalti do Elano e o primeiro do paraguaio batidos para muito longe da meta, não descobriram que havia problemas com o terreno. Lamentável.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Apoio à permanência de Carpegiani

Aos amigos que comentaram a minha mensagem no Twitter quero colocar de forma clara a minha opinião. Hoje, afirmei que estou apoiando a decisão de Juvenal Juvêncio em manter o técnico Paulo César Carpegiani no cargo. Falo isso porque, antes de mais nada, não há técnicos competentes disponíveis no mercado. E, discordando de algumas mensagens que recebi, não acho que seja solução pagarmos multa para tirar algum treinador de seu emprego.
Paulo César não é melhor nem pior do que outros nomes que poderiam ser cogitados. Concordo que o que importa são os resultados obtidos e que nesse momento, os resultados são ruins. Mas vamos analisar melhor a situação: Carpegiani tem tido enorme dificuldade em ter os melhores jogadores do elenco à sua disposição: Fernandinho e Lucas ficaram um bom tempo parados e voltaram de contusão sem ritmo; já Luis Fabiano, a grande contratação do São Paulo nos últimos tempos, continua machucado. Somem-se a este fato outras contusões, suspensões e ausência de bons jogadores em algumas posições, como a lateral direita e o meio de campo. Além disso, o elenco é limitado e está com jogadores que já provaram não ter condições de atuar no São Paulo. Tudo isto tem levado Paulo César a fazer muitas experiências e improvisações.
Gosto de algumas características importantes de Carpegiani. Ele, por exemplo, não tem medo de fazer inovações, apostar em jovens jogadores; ele é ousado e arrisca. Outro ponto importante, pelas informações que tenho, é que ele é um técnico didático e perseverante nos treinamentos. Além disso, Paulo César é um homem sério, ex-jogador de sucesso e profundo conhecedor de futebol. Por todos esses argumentos acho que Juvenal Juvêncio fez muito bem em dar uma nova oportunidade real e verdadeira a Carpegiani. Nesse momento torço pelos dois, presidente e treinador. Espero que eles consigam ter sucesso no campeonato brasileiro. Elenco, o São Paulo tem. O time precisa apenas de alguns ajustes.