segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Má performance


São-Paulinos, má performance do São Paulo contra o Grêmio. O que mais me irrita é que poderíamos ter ganho o jogo de ontem e seguir, realmente, na tentativa de buscar o segundo lugar no campeonato. Em vez disso, agora, temos que nos preocupar com o Botafogo quem vem acelerando atrás de nós. Ontem, fomos mal em tudo: estamos cansados de saber que Douglas e Cortez são fracos na marcação. Sabemos também que Paulo Miranda na direita deu consistência à nossa defesa. Porque então deixá-lo no banco? Porque insistir mais com Casemiro? Jogou 20 minutos, porém, depois parou. E quando ele começou a andar em campo, todo sistema defensivo ficou frouxo. Denílson ficou sobrecarregado e Zé Roberto, que é um grande jogador e capaz de desequilibrar qualquer partida, ficou livre. Aí, o Grêmio veio para cima, mas sem sucesso. Eles ainda nos deram de presente o gol no final do primeiro tempo. No intervalo, poderíamos ter corrigido as falhas, mas nada disso foi feito. 

As substituições feitas na etapa complementar foram um desastre: Maicon, como de costume, não jogou nada. E ninguém entendeu a entrada de Ademilson; e a de Willian José menos ainda. Este foi driblado de forma infantil por Pará antes de colocar a bola na cabeça de Marcelo Moreno, que subiu sem marcação e fez o 2º gol. O São Paulo precisa parar de alternar altos e baixos. Precisamos não nos iludir com alguns resultados aparentemente maravilhosos. A vitória do time no meio da semana sobre o Universidade do Chile foi construída em cima de um sistema tático adversário totalmente suicida. Temos um elenco de jogadores capazes. É preciso organizá-los de forma a ter um time vencedor. 

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Grande atuação na Sul-americana

São Paulinos, que bela apresentação assistimos ontem. E de quebra confirmamos nossa classificação para a semifinal da Sul-americana.O time de Ney Franco soube aproveitar a estratégia "kamikase" do Universidad de Chile, que desde o inicio partiu para o ataque sem se preocupar com a contraofensiva são-paulina. O resultado da desastrosa estratégia chilena já podia ser computado na primeira etapa: 3X0 para o São Paulo. No segundo tempo, Ney Franco sacou Luis Fabiano e Lucas, mas mesmo assim a equipe são- paulina ampliou a vantagem com os gols de Rafael Toloi e Jadson. Belo espetáculo. Agora é nos concentrarmos para a partida contra o Grêmio, no domingo. 

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Partida difícil

São paulinos, jogo difícil contra o Fluminense. Ney Franco colocou em campo o que tínhamos de melhor. Embora nervoso, o time jogou bem no primeiro tempo, apertando a marcação no meio de campo, o que dificultou o ataque da equipe adversária. Mas o Fluminense também soube explorar o desfalque de Paulo Miranda na lateral, tanto é que as principais jogadas do time carioca saíram desse setor. Já no segundo tempo, os zagueiros deram um show de horror. Primeiro foi a vez de Gum, do Flu, que numa falha grotesca, "deu um passe" para Luis Fabiano. O artilheiro, sozinho, não perdoou e abriu o placar para o São Paulo. Mas não demorou muito para Rafael Toloy retribuir o presente e ser gol do Fluminense, com Fred. A partir daí, o time carioca dominou o jogo e a pressão sobre o São Paulo aumentou. Acho que Ney Franco demorou muito para fazer as substituições (Ademilson no lugar de Osvaldo e Willian José no lugar de Jadson). Por sorte, o  time de Abel Braga não conseguiu virar o jogo. Agora é administrar resultados. Temos grande chance de nos mantermos no G4 e assim voltarmos à Libertadores. Vamos lá!

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Grande vitória

São-paulinos, grande vitória do Tricolor na Sul-americana. No primeiro tempo, o time jogou um futebol eficiente e bonito de se ver. Confesso que achei um tanto quanto duvidosa a escalação de Willian José no  lugar de Luiz Fabiano, pois ele não tinha entrado bem nas últimas partidas. Mas, ontem, Willian José teve uma ótima atuação, tanto que fez dois gols ainda na primeira etapa. Já no segundo tempo, assistimos a um São Paulo muito aquém do esperado. Em alguns momentos, até parecia que quem estava com dez éramos nós. Além disso, Ney Franco não foi feliz nas substituições. O São Paulo não tem necessidade de passar por esse sufoco num jogo em que era evidente a nossa superioridade. Mas vamos lá, agora é ter tranquilidade para receber o Universidad de Chile no jogo de volta.